Recuperação Judicial

Quem pode requerer a recuperação judicial?

Empresas em crise econômico-financeira, independente do tamanho ou segmento, podem pedir recuperação judicial, ocasião em que vão relatar, perante o juiz competente, os motivos da crise e apresentar um plano de recuperação de forma transparente e viável.

Como a empresa entra em recuperação judicial?

O pedido de recuperação judicial deve ser feito na Justiça.

A partir do pedido, a empresa tem seis meses para tentar um acordo com credores sobre um plano de recuperação que definirá como sairá da crise. Este prazo pode ser maior, a depender da movimentação do processo e do seu desfecho.

Assim que se entra com o pedido de recuperação judicial, o juiz analisa esse processo e se a documentação estiver completa, dá o despacho que autoriza o processamento da recuperação.Posteriormente o Juiz nomeia um Administrador Judicial, que será seus olhos no processo, e concede o prazo de 60 dias paraque a empresa apresente um plano de recuperação.

O que deve constar no plano de recuperação?

A empresa tem que apresentar à Justiça e aos credores um plano para demonstrar a forma como pretende resolver a momentânea situação de crise, como pretende pagar seus credores, bem como as medidas que adotará a partir de então. É um processo baseado na negociação e permite que credores e devedores apresentem as condições que acreditam ser razoáveis.

O que é feito durante a recuperação judicial?

Durante a recuperação judicial, a empresa deve cumprir o estabelecido no plano. Enquanto isso, as operações da empresa seguem normalmente.

A empresa precisa apresentar um balanço mensal para prestar contas ao juiz e aos credores sobre o andamento da empresa.

O administrador judicial nomeado pela Justiça funciona como intermediador entre a empresa, os credores e a Justiça.

O que acontece com as ações e processos contra a empresa durante a recuperação?

As ações e processos ficam suspensos pelo prazo de 180 dias, prorrogável por igual período se for o caso. Esta “blindagem” dá à empresa o fôlego necessário para atuar de forma tranquila e planejada. Neste período a empresa também se reunirá com os credores, em uma assembleia, a fim de deliberarem e aprovarem o plano proposto, oportunidade em que a dívida será realinhada. 

Como é encerrada a recuperação judicial?

A recuperação é encerrada após dois anos da homologação do plano, muito embora o os pagamentos possam continuar por anos e anos, isto é, o processo de recuperação será extinto, e as obrigações assumidas no plano continuam.

O que pode dar errado?

O que normalmente acontece com as recuperações judiciais que não vingam é que o empresário não faz a lição de casa ou mesmo quando a empresa não tem rentabilidade, seja por questões tecnológicas, de mercado, falta de interesse dos consumidores, etc.

O que acontece se a empresa não conseguir um acordo para a recuperação judicial ou não cumprir o que está no acordo?

Poderá ser decretada a falência da empresa.

Como fica a imagem de uma empresa que pede a Recuperação Judicial diante do mercado?

A recuperação judicial é um procedimento legal que possibilita o reerguimento da empresa e a manutenção dos empregos e todo benefício social advindo com a atividade empresarial. Assim, não resta dúvida que é um processo transparente, que visa exatamente o reerguimento da empresa, o respeito aos clientes, consumidores e fornecedores, de modo que deixar empresas viáveis caminharem para uma desnecessária falência é muito pior que pedir ajuda no tempo certo.

Hoje fornecedores e credores preferem uma recuperação judicial do seu cliente do que a sua falência

Como Fazemos

1

Levantamento da situação atual da empresa;

2

Segmento do mercado em que está inserida;

3

Análise da documentação contábil, gerencial e contratos;

4

Problemas enfrentados até hoje e que poderiam ser evitados

5

Orientações e alternativas que a empresa está necessitando.

Recuperação Judicial

1

Análise e levantamento de toda dívida;

2

Análise minuciosa dos documentos contábeis;

3

Diagnóstico prévio acerca dos motivos da crise;

4

Soluções e alternativas para a crise;

5

Efeitos e reflexos que a empresa poderá ter caso opte pela Recuperação ou por outro meio;

6

Implementação do remédio escolhido e acompanhamento

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